Francisco Brilhante 

 

Porto Alegre, RS, 1901 – Porto Alegre, RS, 1987.

Pintor.

 

Foi discípulo de Libindo Ferras, Francis Pelichek, Eugênio Latour e Augusto Luiz de Freitas. Estudou na Escola de Belas Artes de Porto Alegre e fez aperfeiçoamento na Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro. Realizou inúmeras individuais e coletivas no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro. Tornou-se conhecido como “professor Brilhante”, ensinando sua técnica a dezenas de alunos junto à igreja do Rosário, Porto Alegre, onde manteve ateliê. Deixou um grande acervo que deverá ser transformado em museu particular. Era considerado o “pintor da cidade”. Quando realizou exposição individual no Banco de Boston, Porto Alegre, 1982, recebeu saudação do poeta Mário Quintana: “Brilhante, meu amigo/ as tuas visões da velha Porto Alegre/ me deixam umas dezenas de anos/ mais moço./ E desconfio que acabo de dizer/ uma bobagem/ porque a arte, o artista, o poeta/ nada tem a ver com a cronologia,/ invenção dos almanaques./ Eles pertencem ao eterno presente”. Consta como verbete no Dicionário brasileiro de artistas plásticos, MEC.

 

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